quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Nasa quer levar estudantes brasileiros para criar soluções roboticas nos EUA

Atualização: Uma equipe que estuda comigo no IFF (Instituto Federal Fluminense) e que faz Engenharia de Automação participando desse torneio; estamos na torcida por eles.
O coordenador do programa para estudantes do Centro de Voos Espaciais Goddard da Nasa, Mike Comberiate, foi à Campus Party, em São Paulo, para apresentar o projeto que pretende levar cerca de 10 estudantes brasileiros para um estágio de quatro semanas na agência espacial americana.
(CONTINUA...)

O interesse da Nasa nos alunos brasileiros começou depois que a estudante Janynne Gomes, da Universidade do Vale do Rio Doce (Univale), em Governador Valadares (MG), conheceu Comberiate. Em janeiro de 2010, ela participou do acampamento da Nasa nos EUA e foi bem sucedida. Para atrair a atenção dos brasileiros, Mike anunciou que deixará na Univale, informalmente, o superlaser Lidar, usado nos robôs da agência que visitam Marte, capaz de gerar imagens 3D em 360 graus.
(Fernando Borges/Terra)
Os estudantes selecionados precisarão criar soluções robóticas para o uso de máquinas em outros corpos celestes, além da Terra, a partir de um trabalho iniciado pela Nasa. Uma das tarefas, de acordo com Comberiate, será mostrar a capacidade de "costurar" as diversas imagens em 3D que o Lidar consegue criar. Os estudantes mais habilidosos que mostrarem as soluções mais criativas do uso da tecnologia serão convidados para o estágio no acampamento.
Segundo Marco Figueiredo, brasileiro membro da Nasa há 20 anos e parceiro de Comberiate do projeto no Brasil, o primeiro requisito é a vontade. "É preciso ter coragem de dizer que se deseja estudar na Nasa. E o Mike valoriza muito isso. Em um segundo momento, acontece um processo de análise de currículo e de conversa com os professores dos alunos interessados", afirmou.
Marco contou ainda que, embora não haja retorno financeiro e a Nasa não custeie os gastos dos estudantes nos EUA, o benefício está no enorme prestígio de possuir um diploma assinado pela agência. "Para se ter uma ideia, Janynne foi convidada para trabalhar na Microsoft, nos EUA, depois do estágio", disse.
De acordo com Marco, o estudante deve gastas cerca de US$ 5 mil com passagem e alimentação. A hospedagem é cedida pela Nasa. A turma completa de estágio é formada por cerca de 60 estudantes, divididos entre Brasil, Argentina, Índia, Singapura e outros países.

Fonte: Rafael Maia, do site Terra.com

Um comentário:

  1. Olá, Otávio!
    Sei não! Eu diria que essa proposta é do tipo... bom bom não é... mas, mal mal... também não! Havendo retorno tudo bem... mas, para a NASA, essa só tem a ganhar! Muito esperto esse plano... maneira Gerson de ser! Enfim...!
    Um abraço!!!!!

    ResponderExcluir